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Chacina de Unaí

Ato de Luta contra o Trabalho Escravo 

Chacina de Unaí: Ato de Luta contra o Trabalho Escravo

Em 2004, no município de Unaí, três auditores fiscais do Ministério do Trabalho e um motorista foram mortos, enquanto realizavam uma fiscalização sobre denúncias de trabalho escravo em propriedades rurais da região.

Eratóstenes de Almeida Gonçalves, João Batista Soares Lage, Nelson José da Silva e o motorista Ailton Pereira de Oliveira foram assassinados por enfrentar a exploração do trabalho, a violência no campo e a negação de direitos básicos.

O episódio entrou para a história como a Chacina de Unaí, um dos crimes mais graves já cometidos contra servidores públicos no Brasil.

Em memória desse crime, o 28 de janeiro tornou-se o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo e, também, o Dia do Auditor Fiscal do Trabalho.

22 anos da Chacina de Unaí

Chacina de Unaí: Ato de Luta contra o Trabalho Escravo

Para que essa tragédia jamais seja esquecida, os 22 anos da Chacina de Unaí foram marcados por ato carregado de emoção, realizado na Superintendência Regional do Trabalho de Minas Gerais, em Belo Horizonte, com a presença de diversos setores, das famílias e amigos das vítimas, gestores do Ministério do Trabalho e do Patrimônio Histórico, dentre auditores fiscais, desembargadores, juízes, representantes sindicais e religiosos.

O SITRAMONTI-MG marcou presença representado pelo Secretário Geral, Vilmar de Souza e Silva; e pelo gestor de Segurança do Trabalho, Jair Anastácio da Silva. Wilmar Gomes dos Santos, Presidente da FENATRACOP, também estava no evento, representando a categoria da construção pesada.

O evento, ocorrido neste 28 de janeiro de 2026, foi iniciado com a colocação de flores na placa em homenagem aos servidores assassinados. Após, foi oferecido um café para os presentes, seguido de homenagens e culto ecumênico.

Federação da Construção Pesada com a palavra

Chacina de Unaí: Ato de Luta contra o Trabalho Escravo
Vale ressaltar que durante o evento, o presidente da FENATRACOP, Wilmar Gomes dos Santos, também tomou a palavra e prestou homenagens aos quatro companheiros mortos na Chacina de Unaí, além expressar solidariedade aos parentes e amigos das vítimas.

FENATRACOP e SITRAMONTI-MG representados

Chacina de Unaí: Ato de Luta contra o Trabalho Escravo
Da esquerda para a direita, Jair Anastácio da Silva, gestor de Segurança do Trabalho do SITRAMONTI-MG; Dr. Marcelo Pertence, desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 3a Região; e Wilmar Gomes dos Santos. presidente da FENATRACOP, que, gentilmente, colocou uma rosa junto à placa "Ed. 28 de Janeiro", em homenagem e respeito aos companheiros friamente assassinados.